Quem atuou na defesa de Maranhão foi Rogério Varella. Contudo, o julgamento acabou sendo adiado, mas não por conta da ausência de Marcelo Weick, e sim porque o juiz Rudival Gama do Nascimento, pediu mais prazo para analisar o processo.
A ação impetrada pelo grupo dos girassóis em 2010 pede a inelegibilidade de Maranhão pro abuso de poder político e econômico. Conforme o processo, o peemedebista teria cometido o abuso quando ofertou um pacote de benefícios para várias categorias de profissionais às vésperas das eleições. Entre as categorias beneficiadas estão policiais, agentes penitenciários, bombeiros e médicos.
Porém, Rogério Varella defendeu a tese de que não houve irregularidades porque não houve pedido de votos durante os encontros que o então governador José Maranhão teve com os representantes dessas categorias beneficiadas.
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