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terça-feira, 14 de abril de 2026

Papa Leão diz que não é político para entrar em debate com Trump, “minha mensagem é o evangelho é contra a guerra”

“Não sou um político e não quero entrar em debate com Trump” Foi o que afirmou o Papa Leão XIV durante conversa com jornalistas no voo rumo a Argel, primeira etapa da viagem apostólica ao continente africano.

Durante o trajeto, o Pontífice saudou cerca de 70 profissionais da imprensa que o acompanhavam e destacou: “É uma viagem especial, a primeira que queria fazer. Uma oportunidade muito importante para promover reconciliação e respeito entre os povos”. Questionado sobre críticas feitas pelo presidente Donald Trump, o Papa respondeu de forma direta: “Não quero entrar em um debate. A minha mensagem é o Evangelho e continuo falando com firmeza contra a guerra”. Ao aprofundar a resposta, reforçou: “Eu não olho para o meu papel como o de um político, não sou um político, não quero entrar em um debate com ele”.

O Pontífice também destacou que “não penso que a mensagem do Evangelho deva ser usada de forma indevida, como alguns estão fazendo”. Na sequência, reafirmou o posicionamento: “Continuo falando com força contra a guerra, buscando promover a paz, incentivando o diálogo e o multilateralismo entre os Estados para encontrar soluções para os problemas”. E acrescentou um alerta: “Muita gente está sofrendo hoje, muitos inocentes foram mortos e acredito que alguém precisa se levantar e dizer que existe um caminho melhor”.

A mensagem central, como fez questão de reiterar, permanece a mesma: “A paz. Digo isso a todos os líderes do mundo, não apenas a ele: vamos acabar com as guerras e promover a paz e a reconciliação”. Ao ser questionado novamente por uma jornalista norte-americana, o Papa reafirmou: “Não tenho medo da administração de Trump. Continuarei falando em voz alta a mensagem do Evangelho, aquilo pelo qual a Igreja trabalha”. E concluiu: “Nós não somos políticos, não olhamos para a política externa com a mesma perspectiva. Mas acreditamos na mensagem do Evangelho como construtores da paz”

TSE elege Nunes Marques presidente da Corte, Mendonça será vice

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realiza nesta terça-feira (14), às 19h, uma votação simbólica para eleger o ministro Nunes Marques para o cargo de presidente da Corte eleitoral.

Atualmente, Marques é o vice-presidente do tribunal e vai assumir o comando do TSE após o fim do mandato da atual presidente, ministra Cármen Lúcia, que completará período de dois anos à frente do tribunal no final do mês de maio. O vice-presidente será o ministro André Mendonça.

A data da posse ainda não foi definida.

A votação será simbólica porque a escolha do comando do tribunal é feita por antiguidade entre os ministros que também compõem o Supremo Tribunal Federal (STF).

Diante da proximidade do período eleitoral, a ministra Cármen Lúcia decidiu antecipar sua saída do tribunal para permitir que a transição de gestão possa ser iniciada.

Ao deixar a presidência do TSE, a ministra poderia continuar em atuação na Corte até o mês de agosto. Contudo, ela já sinalizou que pretende deixar o tribunal para se dedicar exclusivamente às atividades no Supremo.

Dessa forma, o ministro Dias Toffoli vai assumir uma vaga de efetivo no TSE.

Perfil

Natural de Teresina (PI), Kassio Nunes Marques tem 53 anos e foi indicado ao Supremo, em 2020, pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para ocupar a vaga deixada pelo ministro aposentado Celso de Mello. Antes de chegar ao Supremo, atuou como desembargador do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, sediado em Brasília. Foi advogado por cerca de 15 anos e juiz do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Piauí.

Composição

O TSE é composto por sete ministros, sendo três do STF, dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois advogados indicados pelo presidente da República, além dos respectivos substitutos.

Com a mudança de comando, a composição do tribunal ficará da seguinte forma após Cármen Lúcia deixar o tribunal.

Cadeiras do STF: Nunes Marques, André Mendonça e Dias Toffoli;
Cadeiras do STJ: Antonio Carlos Ferreira e Ricardo Villas Bôas Cueva;
Cadeiras dos juristas: Floriano de Azevedo Marques e Estela Aranha.


Agência Brasil

PREFEITO DE CABEDELO: Eleito há dois dias, Edvaldo Neto é afastado do cargo durante operação da PF

O prefeito de Cabedelo, Edvaldo Neto, foi afastado do cargo na manhã desta terça-feira (14), durante a Operação Cítrico, deflagrada pela Polícia Federal. A investigação apura a suposta atuação de organização criminosa voltada à fraude em licitações, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e possível financiamento de facção criminosa.

Conforme apurado, o esquema investigado teria se valido da contratação fraudulenta de empresas fornecedoras de mão de obra vinculadas à facção criminosa “Tropa do Amigão”, braço do “Comando Vermelho”, com infiltração de faccionados em estruturas da Prefeitura de Cabedelo/PB, circulação de valores de origem pública em favor do crime organizado e utilização de contratos administrativos como instrumento de manutenção de poder, influência territorial e blindagem institucional.

A investigação revelou um consórcio entre agentes políticos da alta cúpula do município, empresários e integrantes de organização criminosa, voltado à perpetuação de contratos milionários e à distribuição de vantagens ilícitas, cujo valor pode chegar até R$ 270 milhões de reais.

Estão sendo cumpridos 21 mandados de busca e apreensão, além de outras cautelares pessoais determinadas pelo Poder Judiciário, tais como o afastamento do atual Prefeito de Cabedelo/PB e de outros servidores públicos, com a finalidade de aprofundar a colheita probatória, preservar a investigação e impedir a continuidade das condutas investigadas. As diligências são executadas em regime de força-tarefa entre a Polícia Federal, o Ministério Público da Paraíba, por intermédio do GAECO, e a Controladoria-Geral da União.

“A investigação segue em andamento e os fatos apurados poderão ensejar responsabilização pelos crimes de frustração do caráter competitivo de licitação, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e financiamento de organização criminosa, sem prejuízo de outros ilícitos eventualmente identificados no curso da apuração”, informou a PF.



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