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sábado, 7 de março de 2026

PRÉ-CANDIDATOS FEDERAIS MAIS LEMBRADOS: Pesquisa Estadual Seta/Polêmica aponta os 12 nomes que seriam eleitos em fevereiro – VEJA LISTA COMPLETA

O Polêmica Paraíba juntamente com o Instituto de pesquisa SETA lançam nesta sexta-feira (6), o oitavo levantamento do projeto de pesquisa mais inovador do estado.

A pesquisa foi realizada entre os dias 26 e 28 de fevereiro, ouvindo 1.500 eleitores paraibanos, distribuídos em 90 municípios de todas as regiões do estado, garantindo uma amostra representativa do eleitorado.

O estudo está registrado sob o número PB-03158/2026. O levantamento possui nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

O líder da pesquisa é o Presidente da Câmara Hugo Motta, com Murilo Galdino e Aguinaldo Ribeiro fechando o pódio.

Dentre os 12 primeiros colocados temos cinco nomes que seriam estreantes em Brasília, citando o ex-Governador Ricardo Coutinho, Jhony Bezerra, Pollyanna Werton, o ex-Prefeito Fábio Tyrone e o Deputado Estadual George Morais, que é a maior novidade da pesquisa se formos comparar ao levantamento anterior.

VEJA ABAIXO A TABELA COM OS 12 MAIS BEM COLOCADOS

SUPLENTES

Os 12 nomes que seriam os suplentes de acordo com o levantamento são: Wellington Roberto, Damião Feliciano, Gervásio Maia, Romero Rodrigues, Luiz Couto, Marcos Henriques, Munique Marinho, Tião Gomes, Leonardo Gadelha, Frei Anastácio, Rafaela Camaraense e Pedro Matias.

VEJA ABAIXO A TABELA COM OS NÚMEROS DOS SUPLENTES

OUTROS CITADOS

Também foram citados: Ricardo Barbosa, Guga Pet, Pastor Valdir Trindade, Tarcísio Jardim, Sílvia da Pesca, Eliza Virgínia, Percival, Sara Cabral, Rafafá, Alexandre do Sindicato, Raniery Paulino, Leila Fonseca, Zezinho do Botafogo, Lídia Moura, Rodrigo Lima, Germana Wanderley, Raoni Mendes, Sílvia Benjamin, Netto Lima, André Gomes, Boca, Jane Panta, Capitã Rebeca, Muniz, Siloca, Raphaella Brilhante, Cabo Gilmar, Rafaela Barros, Orelha, Gkay, Bell Marques e Emerson Machado.

Instituto Seta

Fundado em 2009, o Instituto Seta é especializado em pesquisas de mercado, opinião pública e análise político-eleitoral, consolidando-se como referência no Nordeste, realizando centenas de levantamentos com metodologia rigorosa e compromisso ético, em conformidade com a legislação. Seu diretor-geral, Daniel Menezes, é cientista político (UFRN) com doutorado em Ciências Sociais e vasta experiência em campanhas eleitorais.

Os 90 municípios visitados neste levantamento foram

Alagoa Grande, Areia, Bananeiras, Bonito De Santa Fé, Cachoeira Dos Índios, Cajazeiras, São João Do Rio Do Peixe, São José De Piranhas, Campina Grande, Lagoa Seca, Queimadas, Boa Vista, Camalaú, Monteiro, Serra Branca, Sumé, Barra De Santana, Barra De São Miguel, Boqueirão, São João Do Cariri, Belém Do Brejo Do Cruz, Brejo Do Cruz, Catolé Do Rocha, Jericó, São Bento, Barra De Santa Rosa, Cuité, Pocinhos, Remígio, Soledade, Olivedos, Araruna, Cacimba De Dentro, Solânea, Esperança, São Sebastião De Lagoa De Roça, Montadas, Areial, Alagoinha, Araçagi, Belém, Cuitegi, Guarabira, Pirpirituba, Gurinhém, Ingá, Itabaiana, Mogeiro, Boa Ventura, Conceição, Diamante, Itaporanga, São José De Caiana, Bayeux, João Pessoa, Santa Rita, Cuité De Mamanguape, Curral De Cima, Jacaraú, Mamanguape, Mataraca, Alhandra, Pedras De Fogo, Patos, Coremas, Nova Olinda, Piancó, Santana Dos Garrotes, Mari, São Miguel De Taipu, Sapé, Sobrado, Junco Do Seridó, Santa Luzia, São Mamede, Baraúna, Juazeirinho, Picuí, Seridó, Imaculada, Manaíra, Princesa Isabel, Teixeira, Nazarezinho, Paulista, Pombal, São José Da Lagoa Tapada, Sousa, Aroeiras e Umbuzeiro.



Fonte: Polêmica Paraíba/SETA

DISPUTA NA ASSEMBLEIA: Pesquisa Seta/Polêmica apresenta os 36 nomes que seriam eleitos no mês de fevereiro – VEJA LISTA COMPLETA

O Polêmica Paraíba juntamente com o Instituto de pesquisa SETA lançam nesta sexta-feira (6), o oitavo levantamento do projeto de pesquisa mais inovador do estado.

A pesquisa foi realizada entre os dias 26 e 28 de fevereiro, ouvindo 1.500 eleitores paraibanos, distribuídos em 90 municípios de todas as regiões do estado, garantindo uma amostra representativa do eleitorado.

O estudo está registrado sob o número PB-03158/2026. O levantamento possui nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Os líderes da pesquisa são o Presidente da Assembleia, Adriano Galdino, com Camila Toscano e o Secretário Wilson Filho fechando o pódio.

Dentre os 12 primeiros colocados, nós temos a presença de três nomes que são estreantes em disputas estaduais, citando Tibério Limeira, Doutor Jarques e Dinho Dowsley.

Já se formos pegar o recorte geral dos 36 mais bem colocados, podemos citar outros estreantes em disputas estaduais que foram lembrados: Anna Lorena, Maria Porto, Geska Maia, Nelinho Costa, Denise Ribeiro, Larúcia Sá e Cilinha.

VEJA ABAIXO A TABELA COM OS 36 MAIS BEM COLOCADOS

SUPLENTES

Os 14 nomes que seriam os suplentes de acordo com o levantamento são: Manoel Ludgério, Galego Souza, Zé Aldemir, Doutor Romualdo, Jô Oliveira, Tovar Correia Lima, João Paulo Segundo, Inácio Falcão, Chió, Emerson Panta, Márcio Roberto, Júnior Araújo, Sargento Neto e a grande surpresa da lista, o jogador Hulk.

VEJA ABAIXO A TABELA COM OS NÚMEROS DOS SUPLENTES

OUTROS CITADOS

Também tiveram os nomes citados: Segundo Domiciano, Anísio Maia, Zezé, Ana Claudia Vital, Doutor Athaide, Vitor Hugo, Napoleão Maracajá, Eduardo Brito, Felipe Coutinho, Flávio Brasileiro, André Gadelha, Juliana Cunha Lima, Guguinha Moov Jampa, Marcos Eron, Marinaldo Cardoso, Luciano Alvino, Nobinho, Aledson Moura, Tarcísio Jardim, Fábio Lopes, Angeline, Fábio Farias, Alessandra Brito, Deusdete Queiroga, Felipe Leitão, Gustavo Chaves, Milanez Neto, Queiroguinha, Paulo Neto, Samuka e Fernandinha Albuquerque

Instituto Seta

Fundado em 2009, o Instituto Seta é especializado em pesquisas de mercado, opinião pública e análise político-eleitoral, consolidando-se como referência no Nordeste, realizando centenas de levantamentos com metodologia rigorosa e compromisso ético, em conformidade com a legislação. Seu diretor-geral, Daniel Menezes, é cientista político (UFRN) com doutorado em Ciências Sociais e vasta experiência em campanhas eleitorais.

Os 90 municípios visitados neste levantamento foram

Alagoa Grande, Areia, Bananeiras, Bonito De Santa Fé, Cachoeira Dos Índios, Cajazeiras, São João Do Rio Do Peixe, São José De Piranhas, Campina Grande, Lagoa Seca, Queimadas, Boa Vista, Camalaú, Monteiro, Serra Branca, Sumé, Barra De Santana, Barra De São Miguel, Boqueirão, São João Do Cariri, Belém Do Brejo Do Cruz, Brejo Do Cruz, Catolé Do Rocha, Jericó, São Bento, Barra De Santa Rosa, Cuité, Pocinhos, Remígio, Soledade, Olivedos, Araruna, Cacimba De Dentro, Solânea, Esperança, São Sebastião De Lagoa De Roça, Montadas, Areial, Alagoinha, Araçagi, Belém, Cuitegi, Guarabira, Pirpirituba, Gurinhém, Ingá, Itabaiana, Mogeiro, Boa Ventura, Conceição, Diamante, Itaporanga, São José De Caiana, Bayeux, João Pessoa, Santa Rita, Cuité De Mamanguape, Curral De Cima, Jacaraú, Mamanguape, Mataraca, Alhandra, Pedras De Fogo, Patos, Coremas, Nova Olinda, Piancó, Santana Dos Garrotes, Mari, São Miguel De Taipu, Sapé, Sobrado, Junco Do Seridó, Santa Luzia, São Mamede, Baraúna, Juazeirinho, Picuí, Seridó, Imaculada, Manaíra, Princesa Isabel, Teixeira, Nazarezinho, Paulista, Pombal, São José Da Lagoa Tapada, Sousa, Aroeiras e Umbuzeiro.



Fonte: Polêmica Paraíba/SETA

Guerra no Irã dificulta plano de Lula de visita a Trump

Os ataques de Estados Unidos e Israel contra o Irã devem dificultar os planos do presidente Lula (PT) de visitar seu homólogo americano, Donald Trump, neste mês. O brasileiro chegou a citar o dia 16 como uma data possível para a viagem.

O Itamaraty tenta manter a previsão da viagem para o fim do mês, mas já admite a necessidade de postergar a agenda para abril, uma vez que a prioridade das lideranças em Washington passou a ser a guerra no Oriente Médio.

Segundo integrantes do Planalto e do Itamaraty ouvidos pela Folha, o conflito dificulta a definição da data do encontro com Lula, que mesmo antes da eclosão da guerra já não estava definida.

Quatro auxiliares do governo ouvidos pela reportagem sob condição de anonimato afirmaram que a guerra no Irã não traz impacto político à visita de Lula a Trump, mesmo com a posição oficial do governo brasileiro de condenar os bombardeios e o rompimento das negociações de paz.

Na segunda-feira (2), Trump afirmou que o conflito pode se estender por mais quatro ou cinco semanas, mas que o país tem capacidade para “ir muito além disso”.

Já no último dia 27, véspera dos ataques, Trump reforçou que “adoraria” receber Lula.

No encontro, os dois líderes devem tratar primordialmente de questões bilaterais, como o tarifaço e combate ao crime organizado, mas a guerra com o Irã e a situação em Cuba também devem ser abordadas.

Está mantida a orientação de que a equipe responsável pelos compromissos internacionais do presidente se mantenha a postos para viabilizar os detalhes da viagem assim que houver sinalização positiva da Casa Branca.

Em paralelo, impactos da guerra na alta do petróleo no mercado internacional já são uma preocupação para parte do governo e aliados. Eles reconhecem que uma disparada prolongada dos preços afetaria o Brasil, mas avaliam que o efeito pode ser reduzido se o conflito não se estender por muito tempo.

Nesta terça (3), os preços dos barris dispararam após as ameaças de fechamento do estreito de Hormuz para navegação. As pessoas ouvidas pela reportagem também mencionam a baixa do dólar nos últimos meses, o que ajudaria a reduzir um eventual encarecimento prolongado da commodity. O risco para a popularidade de Lula, nesse momento, é considerado pequeno, mas o cenário pode mudar rápido.

Ministros de Lula minimizaram os efeitos da guerra entre EUA e Irã no Brasil. Na última segunda, Fernando Haddad (Fazenda) afirmou que as turbulências de curto prazo decorrentes da escalada do conflito não afetariam a economia nacional, mas seriam acompanhadas com cautela.

Em fala no Palácio do Planalto na mesma data, o ministro Rui Costa (Casa Civil) admitiu a possibilidade de alterações no câmbio, mas também minimizou os impactos em torno do petróleo e da economia de forma geral.

“Evidente que isso [a guerra] significará, como está significando, impacto no câmbio e impacto no preço internacional do petróleo”, disse. Questionado sobre um possível aumento na inflação, Rui descartou a hipótese e afirmou que o Brasil é autossuficiente em petróleo.

Durante a última passagem pela Ásia, o presidente brasileiro disse que sua intenção era visitar os EUA. Para Trump, o mês cheio inclui o encontro com líderes latinos ocorrido neste sábado (para o qual o presidente brasileiro não foi convidado) e a perspectiva de uma viagem à China no fim do mês.

 
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