A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Polícia de Alagoa Grande, deflagrou, nesta quinta-feira (27), a Operação Covardia Zero, cumprindo mandado de prisão temporária contra um homem investigado pela prática do crime de tortura contra uma pessoa em situação de rua.
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quinta-feira, 27 de agosto de 2026
Polícia Civil prende homem por tortura contra morador de rua em Alagoa Grande
Pesquisa Índice na Paraíba: Lucas Ribeiro tem 33,6%, Cícero Lucena tem 32,2% e Efraim Filho 18,5%
A pesquisa do Instituto Índice, divulgada nesta quinta-feira (27) pelo Blog do Márcio Rangel e pela MRTV, mostra Lucas Ribeiro na liderança da disputa pelo Governo da Paraíba, com 33,6% das intenções de voto no cenário estimulado. Na sequência aparece Cícero Lucena, com 32,2%. O levantamento também aponta Efraim Filho, com 18,5%, em terceiro lugar.
A pesquisa foi realizada nos dias 20, 21 e 22 de agosto de 2026 e ouviu 2.000 eleitores em municípios de diferentes regiões do estado. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número PB-04351/2026.
Veja os números para governador – No cenário estimulado apresentado pela pesquisa, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, os resultados foram:
A diferença entre Lucas Ribeiro e Cícero Lucena é de 1,4 ponto percentual, dentro da margem de erro informada pelo instituto.
Pesquisa ouviu eleitores em todas as regiões – Segundo as informações técnicas do levantamento, a pesquisa teve abrangência estadual e contemplou municípios da Mata Paraibana, Agreste, Borborema e Sertão.
Entre os municípios pesquisados estão João Pessoa, Campina Grande, Santa Rita, Bayeux, Cabedelo, Guarabira, Monteiro, Patos, Sousa, Cajazeiras, Pombal, Catolé do Rocha, Itaporanga, Princesa Isabel, São Bento, Uiraúna, entre dezenas de outras cidades.
A amostra foi composta por 47,06% de homens e 52,94% de mulheres. De acordo com o Instituto Índice, os entrevistados foram selecionados considerando cotas proporcionais de sexo, idade, renda e escolaridade.
Margem de erro é de 2,2 pontos – O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro máxima de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. A metodologia utilizada combina amostragem aleatória simples e por conglomerados em três estágios. Municípios e setores censitários foram selecionados pelo método de Probabilidade Proporcional ao Tamanho (PPT). Segundo o instituto, as bases utilizadas para a elaboração da amostra foram dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Ficha técnica
Fonte: BlogDoMarcioRangel
TCE cobra concurso, aponta falhas em licitações e alerta para recursos da Educação em Alagoa Grande
O Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) colocou a gestão da Prefeitura de Alagoa Grande sob alerta em três áreas sensíveis da administração municipal: contratação de pessoal na Saúde, planejamento de licitações e aplicação de recursos vinculados à Educação.
Documentos analisados pelo Blog do Clilson e publicados no Diário Oficial Eletrônico nº 3972, desta quinta-feira (27), mostram que o Tribunal expediu o Alerta TCE-PB 00785/26, dentro do Processo TC nº 00232/26, que acompanha a administração do prefeito João Bosco Carneiro Neto. O relator é o conselheiro substituto Renato Sérgio Santiago Melo.

A análise documental feita pelo Blog do Clilson mostra que o alerta reúne três pontos de atenção que atingem diretamente áreas essenciais do município.
TCE cobra redução de temporários na Saúde
O primeiro ponto envolve o quadro de pessoal do Fundo Municipal de Saúde.
Segundo o relatório de acompanhamento citado pelo Tribunal, a prefeitura deve promover uma adequação do quadro de servidores e planejar a substituição gradual das contratações temporárias por servidores efetivos aprovados em concurso público.
O TCE relaciona a recomendação aos princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade e obrigatoriedade do concurso público.
A medida chama atenção porque contratos temporários, embora permitidos em situações excepcionais previstas em lei, não devem funcionar como mecanismo permanente para preenchimento de funções que deveriam integrar o quadro efetivo da administração.
No caso de Alagoa Grande, entretanto, o documento consultado pelo Blog do Clilson não informa o número de temporários existentes, os cargos ocupados nem o volume financeiro dessas contratações. Esses dados são mencionados no contexto do relatório técnico, mas não foram reproduzidos integralmente no Diário Oficial.
Licitações da Saúde também entram no radar
A segunda frente alcança o planejamento das compras e contratações realizadas na área da Saúde.
O TCE registrou deficiências no planejamento das licitações, inclusive na definição dos quantitativos de serviços e nas pesquisas utilizadas para composição de preços.
De acordo com o documento, houve utilização do banco de preços da Saúde disponível no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP), mas o Tribunal apontou ausência de evidências das fontes efetivamente consultadas e do tratamento estatístico utilizado na pesquisa de preços.
Para o Blog do Clilson, esse é um dos pontos que merecem maior aprofundamento no processo, porque a pesquisa de preços é justamente uma das etapas utilizadas pela administração pública para estabelecer os valores de referência antes de uma contratação.
Sem documentação suficiente sobre a metodologia adotada, fica mais difícil demonstrar como a gestão chegou aos preços considerados adequados para determinado serviço ou produto.
O alerta do Tribunal, porém, não significa que tenha sido constatado superfaturamento ou desvio de recursos. A publicação aponta falhas de planejamento e documentação que devem ser corrigidas pela administração.
Fundeb: TCE identifica risco de município não alcançar mínimo de 70%
O terceiro ponto é diretamente ligado à Educação.
A fiscalização identificou uma tendência de não alcance do percentual mínimo de 70% dos recursos recebidos do Fundeb para remuneração dos profissionais da educação básica em efetivo exercício.
O Tribunal também apontou risco de não cumprimento de outra exigência: a aplicação mínima de 15% da complementação VAAT em despesas de capital.
Na leitura feita pelo Blog do Clilson, esse trecho é especialmente relevante porque o próprio TCE usa a expressão “tendência de não alcance”. Ou seja, o Tribunal está emitindo um sinal preventivo para que a gestão corrija a execução orçamentária antes que um risco identificado pela auditoria possa se transformar em descumprimento efetivo dos percentuais legais.
Portanto, o documento não afirma que os índices já foram definitivamente descumpridos.
Alerta não é condenação
O procedimento tem natureza de acompanhamento da gestão. O TCE esclarece que o alerta é expedido com a finalidade de prevenir fatos que possam comprometer os resultados orçamentários, financeiros e patrimoniais da administração.
O Blog do Clilson ressalta que não existe, neste momento, decisão condenatória contra o prefeito João Bosco Carneiro Neto relacionada aos três pontos publicados.
Fonte: blogdoclilson.com.br















